O universo num vidro de esmalte

O UNIVERSO EM UM VIDRO DE ESMALTE – GEMINI

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O nome da constelação de gêmeos tem origem na mitologia grega.
Há uma história que perdura há mais de 6.000 anos, que cita duas estrelas principais da constelação Gemini, Castor e Pollux, irmãos de Helena de Troia e só eram visíveis de madrugada durante a temporada de Primavera, por isso surgiu a ideia de que eles eram gêmeos e ligados com o equinócio da Primavera.

A maneira mais fácil para localizar a constelação é encontrar suas duas estrelas mais brilhantes, a partir do prolongamento de uma linha imaginária saindo do cinturão de Órion.

O ícone da constelação é ♊ e por ter vindo do algarismo romano correspondente a dois.

Castor se transformou num excepcional cavalheiro; o seu irmão Pollux em um verdadeiro guerreiro. Porém, certa vez os irmãos desafiaram dois jovens para um duelo pela mão de duas jovens que já estavam prometidas. Nessa batalha Castor foi morto. Desesperado pela perda do irmão, Pollux tentou se matar para encontrar o irmão, mas era imortal e não conseguia. O drama foi então imortalizado nos céus, onde os gêmeos aparecem abraçados.

Na constelação Gemini, Pollux é a estrela mais brilhante. Ele é conhecido como beta Geminorum em termos astronômicos. Em 1993, foi anunciado que Pólux, tem um planeta extra solar, que é pensado para ser quase 2,3 vezes no tamanho em comparação com Júpiter.

 

O universo em um vidro de esmalte – Virgo

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Virgo ou em português, Virgem, é maior constelação do zodíaco e a segunda maior de todas, tem a forma de um Y inclinado com sua estrela mais brilhante, Spica, na ponta sul.
É uma constelação típica do nosso outono e fica bem visível no céu no começo da noite. Por volta das 19h30, ela estará bem alta no céu, levemente deslocada na direção noroeste.

Spica, a estrela mais brilhante de Virgo é, na verdade, um sistema duplo, com seus componentes orbitando muito próximas uma da outra. A estrela principal do sistema tem uma luminosidade 12 mil vezes maior que a do Sol, e uma massa superior a 10 massas solares.

Dentro das fronteiras de Virgo, encontra-se o aglomerado  de galáxias, cerca de 2500, mais próximo da nossa Via Láctea.

Histórias dizem que Virgem está conectada a Astréia, fruto da união entre Zeus e Têmis.
Ao longo da Idade de Ouro ela era humana, mas com o declínio da nossa raça, ela teria se exilado na esfera celestial e se convertido na constelação de Virgem.

Esta constelação está também intimamente ligada ao mito de Ceres – na mitologia romana, Deméter -, deusa responsável pelo desenvolvimento das atividades agrárias, sempre com espigas de trigo em sua mão.

Universo em um vidro de esmalte – Puppis, no balanço do mar

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Puppis (Pup), a Popa, é uma constelação do hemisfério celestial sul. Situa-se na Via Láctea e é uma das partes da antiga constelação de Argo Navis, a nau de Jasão. Como ela era uma grande constelação meridional foi dividida em: Carina (quilha), Puppis (popa) e Vela (velame). Puppis representa a popa do barco e é a maior das três partes em que Navio foi dividida.

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Astronomia – Magnetares

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Semana passada nós mostramos pra vocês aqui na coluna de Astronomia como funcionam os Pulsares, estrelas de neutrons tão pequenas e densas, formadas da explosão de uma estrela moribunda, conhecida como Supernova. No caso dos Pulsares o que temos são emissões fortíssimas de ondas eletromagnéticas que pulsam como um relógio. Mas quando o campo eletromagnético na explosão da supernova atinge níveis de cerca de um quatrilhão de vezes maior do que o campo magnético da Terra, com alta emissão de raios X e raios gama , nós temos um Magnetar. A força do campo magnético de um magnetar é tão intensa que aquece sua superfície a 18 milhões de graus centígrados e se ele estivesse posicionado a meio caminho entre a Terra e a Lua, desmagnetizaria todos os cartões de crédito da Terra! É a forma mais densa de matéria no Universo.

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Astronomia – Pulsares

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Os pulsares foram descobertos casualmente em 1967 por Joselyn Bell. Seu projeto de pesquisa consistia no estudo do meio interestelar. Em suas observações ela encontrou pulsos de ondas de rádio extremamente regulares vindos do espaço, como um relógio. A cada 1.3 segundos o sinal detectado se repetia. Isto era tão inusitado que a primeira impressão foi que algo estava errado, de que havia algum problema nos instrumentos. Esta idéia foi rapidamente descartada e ela chegou ao ponto de cogitar se seriam sinais emitidos por alguma civilização extra-terrestre tentando fazer contato! Mas o que Joselyn havia descoberto era um Pulsar.

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